Marie Fredriksson: a voz do Roxette que voltou ao palco quando ninguém esperava
Levou um duo sueco ao topo das paradas do mundo inteiro. Depois enfrentou um tumor no cérebro e, mesmo assim, voltou a cantar.
No fim dos anos 80, uma banda sueca chegar ao primeiro lugar nos Estados Unidos era quase impensável. O Roxette conseguiu isso quatro vezes em três anos. E boa parte do motivo tinha nome e sobrenome: Marie Fredriksson.
Ela nasceu em 1958 em Össjö, uma cidadezinha do sul da Suécia. Com Per Gessle, formou o Roxette, e entre 1989 e 1991 os dois emplacaram, uma atrás da outra, “The Look”, “Listen to Your Heart”, “It Must Have Been Love” e “Joyride”. Aquela voz, potente e rasgada ao mesmo tempo, ficou inconfundível.
Em 11 de setembro de 2002, Marie desmaiou em casa. Os exames mostraram um tumor no cérebro. Vieram a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia, e um longo tempo longe de tudo.
O que aconteceu depois é o que faz dela uma lenda. Em 2004, ela voltou a gravar, com um disco solo chamado The Change. E, alguns anos mais tarde, voltou a cantar ao vivo, de novo com o Roxette, diante do seu público.
Seguiu até 2016, quando os médicos pediram que ela parasse com as turnês. Morreu em 9 de dezembro de 2019, aos 61 anos.
As músicas dela continuam tocando todos os dias, em rádios do mundo inteiro. Nesta aqui também.
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